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domingo, 2 de outubro de 2011

Médicos recém-formados que trabalharem em áreas mais pobres terão pontos extra nas provas de residência

Recém-formados em medicina que trabalharem em municípios em situação de extrema pobreza ou na periferia das grandes cidades vão ganhar até 20% de pontos extras na nota final das provas de residência. Essa é mais uma estratégia do governo federal para atrair os médicos para regiões do país onde há carência de profissionais da área de saúde.
O bônus faz parte do Programa de Valorização dos Profissionais na Atenção Básica, elaborado pelos ministérios da Saúde e da Educação. A partir de fevereiro de 2012, serão abertas 2 mil vagas no programa. Para receber 20% de pontos extras, o residente precisa ficar dois anos no programa. Quem trabalhar por um ano, terá direito à metade dos bônus. Os pontos extras já valerão para os exames aplicados em novembro de 2012.
Até o final do ano, sairá a lista com os municípios participantes do programa. O Conselho Nacional de Residência Médica vai divulgar os índices de pontuação.
Os recém-formados serão acompanhados por um tutor de uma instituição de ensino. Eles terão assistência dos núcleos do programa Telessaúde, que oferece educação na área de saúde a distância.
Na semana passada, o Ministério da Saúde divulgou a lista dos mais de 2 mil municípios pobres em que médicos que tiveram a faculdade custeada por meio do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) poderão trabalhar para abater a dívida.
Com informações da Agência Brasil.

Fies já tem mais de R$ 1 bilhão em operações


O Banco do Brasil (BB) atingiu em setembro a marca de R$ 1 bilhão em operações do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies), com empréstimos para mais de 25 mil estudantes de instituições privadas.
A participação do BB subiu de aproximadamente 4% do total de contratos do Fies em 2010 para cerca de 20% do valor financiado no início deste mês. A Caixa Econômica Federal, atualmente, lidera o volume de operações.
O BB quer chegar à liderança dos empréstimos. Para isso, a ideia é aproveitar a capilaridade da rede de cerca de 5 mil agências no país e também divulgar o Fies aos estudantes de ensino superior. A estratégia é iniciar o relacionamento com os alunos na fase universitária para que seja mantido ao longo de toda a vida financeira.
O banco tem atualmente cerca de 1,2 milhão de contas universitárias. “O BB acompanha o passo a passo desse cliente desde o momento em que ele entra na universidade. Queremos ser o maior banco dos jovens no Brasil”, diz o vice-presidente de Negócios de Varejo do BB, Paulo Rogério Caffarelli, em nota.
O Banco do Brasil atua como agente financeiro do Fies desde o final de agosto de 2010. Pelo programa, o universitário pode financiar até 100% do valor da graduação, com prazo de três vezes o período financiado mais 12 meses para quitar o empréstimo, com juros de 3,4% ao ano. Segundo o BB, o estudante começa a pagar o empréstimo 18 meses após se formar.

Com informações da Agência Brasil.

Presidente da CEBDS defende mais investimentos em educação para melhorar qualidade do ensino

A presidenta do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), Marina Grossi, defendeu hoje (27) mais investimentos em educação para que o país melhore a qualidade do seu ensino. Segundo ela, o Brasil vem melhorando o seu passivo social, mas ainda falta resolver a questão da educação, e que as empresas não podem ficar de fora desse processo. “A educação tem de ser mais democratizada. A gente precisa estar direcionando as empresas também para isso”. A consequência, para a presidenta do CEBDS, é a maior capacitação da mão de obra.
Marina Grossi também falou sobre o cenário atual da sustentabilidade no país. Segundo ela, o Brasil, desde a Rio 92, melhorou muito nessa área. “O Brasil está muito melhor na foto do que estava em 1992, quando a gente fez a Rio 92, aqui no Brasil”. A presidenta da CEBDS lamentou, apenas, que o país não esteja sabendo aproveitar as melhorias registradas em várias áreas desde aquela data. “A gente melhorou socialmente, tem uma matriz mais limpa do que o resto do mundo. E hoje, mais do que em 1992, você fala de economia verde com mais propriedade. O Brasil está melhor do que os outros países nessa questão”.
Recomendou, porém, a necessidade de organização das várias iniciativas que hoje são pequenos projetos e pequenos incentivos, mas que não fazem parte de uma gestão mais estruturada, “nem nas empresas, nem no governo, na escala e na rapidez que precisa”. Segundo Marina Grossi, os principais desafios a serem vencidos incluem a redução da pobreza, a provisão de alimentos para todos, a inclusão das pessoas que ainda não participam dos bens de consumo no Brasil. Advertiu, entretanto, que essa participação deve ocorrer de forma mais sustentável. “E os que já consomem, consumam de forma mais inteligente”.
Ela acredita que durante o Sustentável 2011 serão detectadas oportunidades de negócios relacionados ao desenvolvimento sustentável. Observou que “as empresas que não percebem a sustentabilidade como ativo não vão sobreviver” e que o governo tem de auxiliar nisso por meio da formulação de políticas públicas adequadas que incentivem esse processo. “Para o Brasil ser campeão nessa corrida que ele está liderando, por acaso, é preciso que haja uma coordenação, uma parceria mais efetiva público privada, envolvendo a sociedade também”, disse a presidente do CEBDS.
O CEBDS está promovendo o 4º Congresso Internacional sobre Desenvolvimento Sustentável (Sustentável 2011), aberto hoje na capital fluminense. O evento é preparatório para a Conferência das Nações Unidas Rio+20, que ocorrerá no Rio de Janeiro, em 2012.

Com informações da Agência Brasil.

Ensino no Brasil avança em ritmo mais acelerado do que média mundial, diz Haddad

O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse hoje (30) que o ensino brasileiro ainda tem muitas deficiências, mas ressaltou que as mudanças no sentido de melhorar o cenário ocorrem em ritmo maior do que a média mundial. “Todos os relatórios internacionais que foram divulgados em 2010 dão conta de que o Brasil foi o país que mais ampliou a escolaridade média do trabalhador. Na faixa etária de 18 a 24 anos nós estamos ampliando a escolaridade média em um ano a cada cinco, nenhum país consegue fazer isso. A média mundial é um ano a cada dez”, disse após participar de um debate sobre o tema.
Segundo Haddad, inclusive há uma percepção internacional sobre os avanços que é significativamente mais otimista do que a visão brasileira sobre as melhorias do sistema educacional. “Se você pegar os relatórios internacionais, você vai ver um painel muito diferente do que você vê aqui. Avaliações muito mais otimistas fora em relação ao Brasil”, disse.
O ministro destacou ainda a necessidade de aumentar os investimentos na área para que o país possa sustentar o ritmo de desenvolvimento alcançado nos últimos anos. “A educação vai ter que receber uma maior atenção daqui para a frente e as políticas públicas têm que avançar no sentido de melhorar o financiamento”, assinalou.

Com informações da Agência Brasil

domingo, 28 de março de 2010

Música Ajuda ou Atrapalha na Hora de Estudar?



Música é tudo de bom. Este post por sinal está sendo escrito com a trilha sonora de Sonota ao Luar. A música certa no momento apropriado é capaz de nos energizar, dar ânimo, vigor, ressuscitar os mortos e fazer o Rocky Balboa subir as escadarias da Filadélfia. Mas quando o assunto é estudar, tem gente recomendando um categórico "não".

Pelo menos foi a essa conclusão que pesquisadores da Universidade da Califórnia chegaram em um estudo. Os cientistas realizaram um teste envolvendo 20 estudantes onde foram avaliados os efeitos de “estímulos externos” durante processos de aprendizagem. Um estímulo externo pode ser um amigo chato perguntando se você viu o jogo ontem, um operário dando marteladas do lado de fora ou… ouvir música.

Uma das principais descobertas foi que quando uma pessoa tenta aprender ao mesmo tempo em que sofre uma distração o hipocampo cerebral não é ativado. Quando isso acontece uma outra área do cérebro, o corpus striatum, fica encarregada de todo o processamento e armazenamento da memória, tarefa normalmente dividida com o hipocampo. Ou seja: você até pode armazenar a informação, mas ela será menos flexível, o que pode causar problemas para se lembrar dela longo prazo.

Um trabalho anterior sobre o tema que ganhou bastante notoriedade foi sobre o chamado Efeito Mozart, onde um teste mostrou que estudantes se davam melhor em testes após ouvir Mozart. Note que a melhoria não foi testada enquanto se ouvia durante o teste.

Aí você pode dizer “eu estudo ouvindo meu MP3 e não tenho nenhum problema”. O detalhe não está em ouvir, mas sim em prestar atenção. Mas mesmo assim, se você não ouvir nada vai se dar muito melhor. Ao estudar não tente prestar atenção em duas (ou mais) coisas ao mesmo tempo, sejam elas música, TV, rádio ou um amigo. Se seus pensamentos lhe incomodam quando está em um lugar quieto, preste atenção no texto e mergulhe no tema para esvaziar a cabeça.


Apesar dos pesares, a música pode ser uma saída para quando você está em uma situação com muitos estímulos externos atrapalhando, como uma discussão de seus colegas de trabalho, a batedeira da sua mãe ou seu vizinho que quer ouvir o CD das escolas de samba no último volume.

Não sei se você já teve a experiência de estudar em uma biblioteca. Se não, vale a pena experimentar. Minha humilde opinião é de que o templo do conhecimento ainda é o melhor lugar para dar uma boa lida nos livros e fazer anotações.

Obra de Machado de Assis para Vestibulares


Por causa de seu trato com a língua portuguesa e seu olhar sobre a sociedade brasileira, a obra de Machado de Assis é tema recorrente em vestibulares e concursos. Se você pretende conhecer mais sobre Machado aqui vai uma dica: o Mec traz um especial com a obra completa do autor com seus romances, contos e poemas. O material do site permite que o estudante se arme com argumentos para discorrer satisfatoriamente sobre o maior escritor que nasceu em nosso país.

O site também traz o vídeo Machado de Assis: um mestre na periferia. O material faz parte da série Mestres da Literatura, que traz outros grandes escritores brasileiros como Drummond, Graciliamo Ramos, Lima Barreto entre outros.

Outra dica é o Blog do Machado de Assis, que traz material sobre a obra de Machado além de matérias públicadas por ele Machado enquanto jornalista. É interessante perceber que o escritor mantinha alto nível de escrita não se restringia a seus livros, mas também para registrar o cotidiano do Rio de Janeiro e do Brasil.

Transferência Externa: O que é e como fazer


Atenção!

Preste bastante atenção ao post para evitar dúvidas.

A transferência externa é um recurso que permite mudar de instituição de ensino sem precisar abandonar os estudos. Se você não está satisfeito com a sua atual universidade ou tem outro motivo para mudar (preço, distância, etc.) a transferência externa pode ser a solução.

Pelo art. 49 da Lei nº 9.394/96 – da LDB (Lei de Diretrizes e Bases), as instituições de ensino superior devem aceitar a transferência externa de alunos regulares, para cursos afins, na existência de vagas e mediante uma avaliação. Esse processo também vale para as universidades públicas.

Muitas vezes é exigido que o aluno tenha completado, pelo menos, o primeiro ano da graduação.

Nem tudo são flores na transferência externa: se a grade curricular da universidade desejada for diferente você pode precisar completar disciplinas de períodos anteriores ao seu atual, o que pode atrasar a sua formação.

Para estudantes do Prouni

Um detalhe importante para os beneficiados por uma bolsa do Prouni. Ao ganhar uma bolsa o benefício vale para aquela universidade e aquele curso. É possível transferir a matrícula, mas não a bolsa. Assim, se você conseguir uma bolsa para um curso, você pode transferir o seu curso, mas vai perder a bolsa. Note que a sua matrícula e a bolsa são coisas diferentes. Se você transferir a sua matrícula para universidade pública não haverá a necessidade de pagar.

Como fazer?

Para realizar a transferência externa são necessários alguns documentos:

Acadêmicos:

1- Histórico escolar.

Neste documento deve constar o tipo de admissão na instituição atual (vestibular, transferência ou por ser portador de diploma de curso de graduação);

2 – Descrição do sistema de avaliação da instituição de origem. Se não for utilizada a avaliação por conceitos deve constar pelo menos as menções ‘Aprovado’ e ‘Reprovado’;

3 – Declaração de Reconhecimento ou Autorização do Curso pelo MEC;

4 – Programas ou ementas da disciplinas cursadas, incluindo o aproveitamento do aluno em cada matéria e as cargas horárias;

5 – Declaração de que a matrícula no estabelecimento de origem não está sob pendência judicial;

6 – No caso do curso de Direito, apresentar o currículo da Instituição de origem.

Pessoais:

1- certidão de nascimento/casamento (com cópia autenticada);

2 – carteira de identidade (com cópia autenticada);

3 – quitação com o Serviço Militar (com cópia autenticada);

4 – título de eleitor com a comprovação do exercício eleitoral (com cópia autenticada);

5 – 1 fotografia 3×4, de frente, recente, de boa qualidade;

Vale lembrar que cada instituição de ensino superior adota normas diferentes nos seus processos de inscrição e avaliação. A avaliação das transferências e a relação dos documentos exigidos também pode variar. Antes de comparecer a instituição entre em contato anteriormente para não perder nenhum prazo por causa de documentação.

terça-feira, 23 de março de 2010

Aprender outros idiomas com músicas funciona?


Essa é para quem está aprendendo uma outra língua e quer saber se usar a letra de música ajuda o aprendizado. Esses dias encontrei esse artigo e achei as suas conclusões interessantes:

Aprender com músicas torna o estudo mais divertido, familiariza o estudante com o lado informal da língua e permite que o aluno se torne mais confiante sobre a utilidade daquilo que aprende.

Mas falta responder uma pergunta: aprender com músicas é mais rápido? A resposta do estudo é: tanto faz. No fim das contas estudantes que utilizam músicas ou que seguem métodos tradicionais obtêm os mesmos resultados, a diferença é que os que utilizaram músicas se divertem mais.

Pois bem, agora você já viu que vale a pena copiar as letras de suas músicas internacionais favoritas e sair cantando por aí. Só tome cuidado com a música que você escolhe, pois se o nível de informalidade e vocabulário não se adequar às suas necessidades você pode perder tempo. Em caso de dúvida pergunte a um professor/amigo/orientador seu.

Ah, só para lembrar: nada de ouvir música enquanto estuda, ok? Abraços pessoal e até a próxima!

segunda-feira, 22 de março de 2010

Mulheres ganham mais educação mas ainda estão longe do poder

Educação para mulheres em Mali pelo Project Muso (http://www.projectmuso.org/)

Uma pesquisa do Fórum Econômico Mundial aponta que na maior parte do mundo as mulheres estão próximas da igualdade em acesso à educação e serviços de saúde. Porém, estão muito atrás dos homens em participação em assuntos políticos e outros papéis de tomada de decisão.

A pesquisa colocou Noruega, Finlândia e Suécia como os países onde há mais igualdade entre os sexos. Arábia Saudita, Chade e Iêmen aparecem nas três últimas posições da pesquisa.

Em termos de economia e política, incluindo acesso relativo à cargos executivos em governos e corporações, a distância entre homens e mulheres continua grande.

O estudo criou um ranking com 133 países. O Brasil ficou na 76ª posição, com um ” índice de igualdade” de 0,6737, onde 1,0 significaria mesma oferta de oportunidades. Em educação o país tem índice 1,0, assim como outras 23 nações que não estabelecem discriminação em processos educativos. Quando o assunto é política o Brasil ficou na 110ª posição com um índice de 0,0625.

O relatório aponta que nos países onde a desigualdade é grande a situação chega a colocá-los em desvantagem econômica: “A competitividade de uma nação depende significativamente de como se educa e utiliza o talento feminino. Para maximizar sua competitividade e potencial de desenvolvimento, cada país deve lutar pela igualdade de sexos.”

Quer saber mais?

Relatório em PDF e excel.

40% dos brasileiros tem muita dificuldade para ler

Uma pesquisa do Ibope sobre a capacidade dos brasileiros para ler e escrever mostra que 40% dos brasileiros tem muita dificuldade para conseguir entender o que lêem, o chamado anafalbetismo funcional.

A dificuldade é decorrente da falta do hábito de leitura, que muitas vezes não se estende além da verificação de uma placa de ônibus ou uma manchete de jornal. Outra causa é o ensino deficiente.
O resultado vem coincidentemente na época de eleição. Olho vivo na hora de escolher o candidato! Quem possui dificuldades para ler tem menos acesso à informação, logo não possui condições para apurar de forma satisfatória as propostas de seu candidato.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Aprender outras línguas com músicas


Essa é para quem está aprendendo uma outra língua e quer saber se usar a letra de música ajuda o aprendizado. Esses dias encontrei esse artigo e achei as suas conclusões interessantes:

Aprender com músicas torna o estudo mais divertido, familiariza o estudante com o lado informal da língua e permite que o aluno se torne mais confiante sobre a utilidade daquilo que aprende.

Mas falta responder uma pergunta: aprender com músicas é mais rápido? A resposta do estudo é: tanto faz. No fim das contas estudantes que utilizam músicas ou que seguem métodos tradicionais obtêm os mesmos resultados, a diferença é que os que utilizaram músicas se divertem mais.

Pois bem, agora você já viu que vale a pena copiar as letras de suas músicas internacionais favoritas e sair cantando por aí. Só tome cuidado com a música que você escolhe, pois se o nível de informalidade e vocabulário não se adequar às suas necessidades você pode perder tempo. Em caso de dúvida pergunte a um professor/amigo/orientador seu.

Ah, só para lembrar: nada de ouvir música enquanto estuda, ok? Abraços pessoal e até a próxima!

sexta-feira, 29 de maio de 2009

MEC vai pedir revisão da taxa de juros dos antigos contratos do Fies

real1Brasília - O Ministro da Educação, Fernando Haddad, disse hoje (28) que vai pedir ao Conselho Monetário Nacional (CMN) a revisão dos contratos antigos do Fundo de Financiamento do Ensino Superior (Fies). Desde 2007, os juros do programa foram reduzidos de 9% para 6,5%, mas o repasse não foi feito aos contratos anteriores à mudança. O programa do governo federal é destinado a estudantes da graduação no ensino superior que não têm condições de arcar integralmente com os custos de sua formação.


“A redução não foi retroativa aos antigos contratos, então nós vamos levar esse pedido ao CMN. Nós entendíamos que aquela medida precisa ter esse caráter retroativo, mas isso não foi feito e só foi identificado depois que os estudantes trouxeram a demanda para a gente”, disse.


Segundo Haddad, o ministério estuda ainda pedir uma nova redução na taxa de juros do Fies. Hoje a taxa é de 3,5% ao ano para os cursos de licenciatura, pedagogia, normal superior e tecnológicos e de 6,5% ao ano para as demais graduações.


“Isso ainda está em estudo, mas a taxa precisa se aproximar da inflação oficial”, calcula o ministro. Segundo Haddad, a cobrança de juros precisa garantir apenas a recapitalização do fundo para financiar os estudos de novos estudantes, sem rendimentos maiores.


“A inadimplência, por exemplo, não pode ir para a conta do estudante. O Fies não pode estar dentro das regras tradicionais do sistema financeiro”, afirmou.


Hoje (28) o ministro da Educação e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinaram um projeto de lei que reforma o Fies. Os estudantes que optarem por graduações em licenciatura poderão pagar o financiamento com trabalho.


A idéia é que o estudantes possa financiar 100% dos custos com a mensalidade e depois quitar a dívida trabalhando em escolas públicas. Para cada mês trabalhado, 1% da dívida consolidada será abatida. Segundo o ministro, ainda não se sabe se a proposta pode ser estendida a outras áreas do ensino superior.


Fonte: Amanda Cieglinski - Agência Brasil

Novo Enem já tem data marcada

Estudantes de escolas públicas e particulares que concluem o ensino médio este ano podem se inscrever a partir de 15 de junho, pela internet, para fazer as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A Portaria nº 109, com os detalhes da inscrição e da realização das provas, está publicada na edição desta quinta-feira, dia 28, do Diário Oficial da União. O período de inscrições vai se estender até 17 de julho.  As provas serão aplicadas nos dias 3 e 4 de outubro, às 13h (horário de Brasília). A participação no exame não é obrigatória.

A partir deste ano, o Enem passa a ser aceito por várias universidades federais como alternativa ao vestibular no critério de seleção de estudantes. O exame é composto de quatro provas, com 45 questões objetivas de múltipla escolha que vão medir o conhecimento dos alunos nas áreas de linguagens, códigos e redação; matemática; ciências humanas e ciências da natureza e suas tecnologias. A relação dos municípios nos quais serão realizadas as provas está no Anexo I do Diário Oficial.

Também podem fazer o exame os estudantes que tiverem concluído o ensino médio em anos anteriores, mas todos os candidatos devem ter, no mínimo, 18 anos completos na data da primeira prova. Alunos de escolas públicas não pagam a taxa de inscrição, de R$ 35.

As instituições de educação superior que quiserem usar os resultados individuais do Enem como critério de seleção precisam encaminhar pedido formal ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), a partir de dezembro.

Os estudantes devem fazer a inscrição na página eletrônica do exame.

Fonte: Mec

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Começam hoje as Inscrições para o Prouni

studentsL160706_228x188Quem deseja participar do Programa Universidades para Todos (ProUni) fá pode se inscriver a partir de hoje.

A Portaria nº 5, publicada no Diário Oficial da terça-feira passada, define que as inscrições referentes ao segundo semestre de 2009 serão feitas em duas etapas, exclusivamente pela internet, no portal do MEC.

As inscrições podem ser feitas até o dia 5 de junho para a primeira etapa, e do dia 20 de julho a 24 de julho para a segunda.

Vale lembrar que é preciso bastante atenção na hora de preencher os dados. As informações fornecidas deverão ser comprovadas posteriormente se você for selecionado para um bolsa.

Novo Enem: tire suas dúvidas

duvidas4Uma dica rápida para ajudar quem precisa de informações sobre o novo Enem. A Agência Brasil, agência de notícias pública do Brasil, organizou um infográfico que mostra as principais mudanças. Vale a pena conferir! O link é: http://www.agenciabrasil.gov.br/media/infograficos/2009/05/08/novo_vestibular.swf/view

sábado, 25 de abril de 2009

Música Ajuda ou Atrapalha na Hora de Estudar?

student_headphones_studyingMúsica é tudo de bom. Este post por sinal está sendo escrito com a trilha sonora de Sonota ao Luar. A música certo no momento certo é capaz de nos energizar, dar ânimo, vigor, ressuscitar os mortos e fazer o Rocky subir as escadarias da Filadélfia. Mas para estudar, nem pensar.


Pelo menos foi a essa conclusão que pesquisadores da Universidade da Califórnia chegaram em um estudo. Os cientistas realizaram um teste envolvendo 20 estudantes onde foram avaliados os efeitos de "estímulos externos" durante processos de aprendizagem. Um estímulo externo pode ser um amigo chato perguntando se você viu o jogo ontem, um operário dando marteladas do lado de fora ou... ouvir música.


Uma das principais descobertas foi que quando uma pessoa tenta aprender ao mesmo tempo em que sofre uma distração o hipocampo cerebral não é ativado. Quando isso acontece uma outra área do cérebro, o corpus striatum, fica encarregada de todo o processamento e armazenamento da memória, tarefa normalmente dividida com o hipocampo. Ou seja: você até pode armazenar a informação, mas ela será menos flexível, o que pode causar problemas para se lembrar dela longo prazo.


Um trabalho anterior sobre o tema que ganhou bastante notoriedade foi sobre o chamado Efeito Mozart, onde um teste mostrou que estudantes se davam melhor em testes após ouvir Mozart. Note que a melhoria não foi testada enquanto se ouvia durante o teste.


Aí você pode dizer "eu estudo ouvindo meu MP3 e não tenho nenhum problema". O detalhe não está em ouvir, mas sim em prestar atenção. Mas mesmo assim, se você não ouvir nada vai se dar muito melhor. Ao estudar não tente prestar atenção em duas (ou mais) coisas ao mesmo tempo, sejam elas música, TV, rádio ou um amigo. Se seus pensamentos lhe incomodam quando está em um lugar quieto, preste atenção no texto e mergulhe no tema para esvaziar a cabeça.


Apesar dos pesares, a música pode ser uma saída para quando você está em uma situação com muitos estímulos externos atrapalhando, como uma discussão de seus colegas de trabalho, a batedeira da sua mãe ou seu vizinho que quer ouvir o CD das escolas de samba no último volume.


dsc_0680Não sei se você já teve a experiência de estudar em uma biblioteca. Se não, vale a pena experimentar. Minha humilde opinião é de que o templo do conhecimento ainda é o melhor lugar para dar uma boa lida nos livros e fazer anotações.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Qual é melhor para estudar: laptop ou netbook?

eeepc3Para algumas pessoas a potência de um computador é crucial. Aqueles que editam vídeos ou querem curtir os games mais recentes precisam de máquinas envenenadas. Mas para a maior parte dos estudantes essas função não são tão úteis, pois de fato, 99% do  necessário para se fazer é escrever, mandar e-mails, surfar na Internet e, de vez em quando, entrar nas terras do PowerPoint: exatamente as funções para as quais um netbook é otimizado. Diferente de um laptop, a bateria de um netbook dura mais e seu prejuízo é menor se você for roubado – não se esqueça que estamos no Brasil.


Mas nem tudo é maravilha: também existem pontos negativos que devem ser avaliados!


Lados bons...





  • Liga rápido;




  • É leve;




  • Bateria dura muito tempo.




… lados ruins





  • Tela vertical reduzida: é um saco utilizar a barra de rolagem inúmeras vezes para navegar, principalmente em páginas com múltiplas barras, como o Google Reader;




  • Processamento reduzido: dependendo do tamanho e da quantidade de animações/gráficos em seu trabalho a máquina pode ficar lenta;




  • Se suas mãos/dedos forem muito grandes você pode ter alguns problemas para digitar.




Apesar dos pesares, eu não aconselho ninguém a substituir um notebook por um netbook. É muito melhor ter uma tela bem grande para se distrair em casa.

segunda-feira, 23 de março de 2009

IBGE começa a coletar dados sobre saúde dos estudantes

Rio - A partir do dia 23 de janeiro, cerca de 500 pesquisadores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) começaram a coletar dados sobre a saúde dos estudantes. Pela primeira vez, o órgão vai investigar aspectos relacionados às práticas alimentares e às atividades físicas, ao consumo de álcool e drogas, ao envolvimento com episódios de violência e à sexualidade dessa parcela da população.


pesquisaA Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense 2009) será realizada em parceria com os ministérios da Saúde e da Educação e os resultados devem ser divulgados até dezembro deste ano. De acordo com a coordenadora do levantamento, Maria Isabel Fernandes, os dados vão nortear o desenvolvimento de políticas públicas específicas para jovens e adolescentes.


“O objetivo do estudo é identificar e monitorar os fatores de risco a que os jovens estão submetidos, como propensão a doenças cardiovasculares e diabetes, por exemplo. Com os dados em mãos, políticas públicas serão traçadas”, explicou.


Segundo ela, ao todo 70 mil alunos da 8ª série ou 9º ano do ensino fundamental, em 1.504 escolas públicas e privadas de todas as capitais brasileiras, devem responder ao questionário, que é formado por 104 perguntas. Os estudantes também serão pesados e medidos. Maria Isabel Fernandes destaca que a participação dos alunos será sempre voluntária e não haverá qualquer tipo de identificação.


Outra novidade da realização da coleta de dados é a utilização de computadores de mão pelos informantes. O IBGE já utiliza esse tipo de equipamento, que em outros levantamentos é operado pelo pesquisador. De acordo com o instituto, a medida deve garantir maior veracidade às informações, já que reduz o grau de constrangimento dos alunos ao responder a determinadas perguntas, como se já fez uso de drogas ou álcool e com qual freqüência, ou ainda se usou preservativo na última relação sexual.


A coordenadora da pesquisa ressaltou que caso o aluno não queira responder alguma questão, poderá deixá-la em branco. Para evitar problemas com os pais dos alunos, foram realizados encontros para explicar o objetivo do estudo e reforçar que será garantido o anonimato dos participantes.


De acordo com o cronograma, os primeiros questionários começam a ser aplicados hoje (23) nas capitais do Acre, Amazonas, Goiás, Mato Grosso do Sul e Piauí. Até 15 de junho, todas as outras capitais deverão ter recebido a visita das equipes do IBGE.


Fonte:  Thaís Leitão, da Agência Brasil

Cuidado com o cafézinho

[caption id="attachment_169" align="aligncenter" width="300" caption="Hmmm, açúcar ou adoçante?"]cafe[/caption]

Quem estuda pode se considerar um atleta que trabalha com a cabeça.  Como todo bom atleta, é preciso ter atenção com a nutrição.


Pois bem, vamos ser diretos: uma pesquisa inglesa de 2004 mostra que o consumo de café pode causar o chamado "efeito ponta da língua" por afetar o acesso a palavras mais elaboradas de


O estudo dividiu 32 universitários em dois grupos. Para um grupo foi dado 200mg de cafeína, equivalente a dois copos de café. Para o outro foi dado um placebo - será que pelo menos tinha gosto de café?


Os estudantes tiveram de responder a 100 perguntas de conhecimento geral que tinham como resposta uma únca palavra.


Por exemplo, uma pergunta era "nome de antiga escrita egípcia". A resposta era "hieroglifos".


Antes de responder o estudante dava uma olhada em uma lista de palavras, onde algumas delas eram semelhantes à resposta, como "hierarquia" para a pergunta onde a resposta era "hierogliflos".


O resultado: quem tomou cafeína demorou mais tempo para se lembrar da resposta. Para os pesquisadores a cafeína ajuda alguns aspectos da memória de curto prazo, mas atrapalha e outros.


Ela ajuda quando a informação buscada no cérebro tem relação com o assunto atual mas atrapalha quando é necessário mudar o foco.


Vale lembrar também que além desse risco, o consumo de café ao longo do dia pode prejudicar a qualidade do sono. Em mim também causou problemas estamacais, então cuidado!


Café é muito bom, mas não adianta abusar, até porque ao fazer isso ele perde o efeito!


Ao tomar café não dá pra negar que as linhas vêm mais rápido à cabeça. O vocabulário fica mais simples, é verdade,  mas ganha-se agilidade. Não a toa, o café é o maior amigo de muita gente nos escritórios e redações por aí.


Fonte: BBC

Mec avalia novo modelo de vestibular

collegeEm entrevista à rádio BandNews, nesta terça-feira, 17, o ministro da Educação, Fernando Haddad, defendeu mudanças nos processos seletivos de ingresso nas universidades federais. Para Haddad, os vestibulares, como estão propostos hoje, privilegiam a memorização, em detrimento da capacidade de análise crítica dos estudantes.


“O vestibular nos moldes de hoje produz efeitos deletérios sobre o currículo do ensino médio, que está cada vez mais voltado para a decoreba”, enfatizou Haddad. A proposta do ministro é testar um novo modelo de seleção, em 2010, em que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) seja usado como primeira fase para as instituições federais. “A segunda fase seria mais voltada para áreas específicas, mas com perguntas que julguem a capacidade analítica dos estudantes.”


O ministro defende um modelo único de exame, válido para as universidades que aderirem ao projeto. Segundo Haddad, a maioria das instituições de ensino superior federais percebe que os atuais vestibulares não avaliam a formação analítica dos candidatos, mas apenas a capacidade de decorar fórmulas.


A mudança nos processos seletivos, na visão do ministro, refletirá positivamente na qualidade do ensino médio. “Se nós não alterarmos isso, sinalizando para o ensino médio que queremos outro tipo de formação, mais voltada para a solução de problemas, vamos continuar reproduzindo conhecimento que não ajuda o Brasil a se desenvolver”, disse.


Na entrevista, o ministro ainda tratou da questão do trote violento e dos critérios de seleção do livro didático.



Fonte:  Mec